U.S.S. Enterprise

24 nov

USS Enterprise
1938-1947 | A Brilhante Carreira do “Big E”

O navio naval mais condecorado dos EUA da Segunda Guerra Mundial, o porta-aviões USS, 19,8 mil libras – Enterprise – participou em batalhas mais do que qualquer outro

U.S.S. Enterprise (CV-6)

navio americano.Encomendado em 1938, baseou-se no Pacífico em 1941, e estava retornando a Pearl Harbor, no momento do ataque japonês em dezembro. Até o final da guerra, o “Big E” serviria em mais de uma dezena de importantes compromissos e receberia 20 estrelas de batalha por suas façanhas.

De Pearl Harbor para Santa Cruz

Após os ataques de Pearl Harbor, Enterprise passou vários meses o fornecimento de comboios em Samoa, envolvendo portadores japoneses em Kwajalein e fornecer funções de escolta para o coronel James Doolittle eo USS Hornet durante o ataque contra Tóquio e outros alvos em abril de 1942. Em 04 de junho, ele se juntou com a Hornet e outros durante a vitória dos EUA na Batalha de Midway, um ponto de viragem no Pacífico.

Danificada durante a ofensiva aliada em Guadalcanal, Enterprise foi reparada em Pearl Harbor, antes de voltar para o Pacífico Sul em tempo para a Batalha de Santa Cruz em 26 de outubro de 1942. Atingido duas vezes por bombas, sofreu mais de 100 “ferimentos”. Hornet foi abondonada mais tarde naquele dia, deixando a empresa como a única operadora de aeronaves dos EUA ainda em serviço, no Pacífico. Tripulantes colocaram um sinal de que o navio está lendo convés de vôo “Enterprise versus Japão”. Em novembro daquele ano, Enterprise ajudou a liderar o assalto na Batalha Naval de Guadalcanal, nas quais os seus canhões e aviões compartilhados em naufrágios de 16 navios e danificando mais oito.

Assalto no Japão

Depois de quase um ano de reparos necessários, Enterprise fez história em Novembro 26,1943 quando se tornou o primeiro navio para lançar caças noturnos “carrier-based”. Quatro meses depois, “it carried out the first night radar bombings”. Ao longo de 1944, Enterprise apoiou as ações contra Kwajalein, Ilhas Marshall e Truk, nas Ilhas Carolina. Enquanto os Aliados lançaram a invasão da Normandia, na Europa Ocidental, o (a) Enterprise juntou – se a frota do Pacífico atacando as ilhas Marianas e cobriu o desembarque de tropas em Saipan. Em 19 de junho, na Batalha do Mar das Filipinas, as forças dos EUA – incluindo o (a) Enterprise – afundaram três transportadoras japonesas e destruíram mais de 400 aviões, em uma derrota devastadora para a marinha japonesa.

 

Detalhes do (a) Enterprise

Programado para reparos adicionais,  Enterprise foi levado de volta ao serviço para a Batalha do Golfo de Leyte, onde seus aviões lançaram ataques em todas as três principais forças de assalto japonês. Antes da aterragem Iwo Jima, em Fevereiro de 1945, o (a) Enterprise desempenhou um importante papel no “softning” das defesas japonesas, em um ponto, o “efforts kept aircraft aloft” sobre Iwo Jima durante mais de 174 horas contínuas.
Poucas semanas depois, o Enterprise estava em serviço novamente fora de Okinawa, o lançamento de aviões em volta do relógio. Em 14 de maio,1945, um avião japonês atingiu o “Big E” em um ataque kamikaze, o navio perdeu mais de uma dúzia de homens e sofreu sérios danos. Mais uma vez, enviado para o conserto, o (a) Enterprise estava ancorado quando o Japão se rendeu e foi usado para transportar as tropas de regresso da Europa antes sendo “decommissiones” em 1947. Embora os planos foram inicialmente desenvolvidos para manter o navio como um museu ou memorial, a captação de recursos necessários não foi bem sucedida e  o (a) Enterprise acabou sendo vendida para a demolição em 1958.

5 livros encontrados na biblioteca de Hitler

22 nov

Apesar de ser mais conhecido por queimar livros, Adolf Hitler era um ávido leitor – estima-se que suas três bibliotecas pessoais tivessem cerca de 16 mil livros. Ele lia ao menos um livro por noite – às vezes mais, conforme alegava, quase sempre fazendo anotações nas páginas e colocando suas iniciais nas lombadas das edições.

Listamos 5 livros de sua coleção. As obras ajudaram a formar a personalidade do Führer e moldar sua visão de mundo (uma dela consta, inclusive, na lista de livros banidos durante sua ditadura).

1- “Berlin”, de Max Osborn – um guia arquitetônico e cultural da cidade banido pelo governo nazista
Era novembro de 1915, segundo ano da Primeira Guerra Mundial. Hitler, com seus 26 anos, era então cabo do 16º Regimento de Infantaria de Reserva Bávaro e atuava como mensageiro para o seu quartel-general. Numa manhã fria e cinzenta, ele resolveu aproveitar o dia de folga para comprar o guia arquitetônico e cultural de Osborn, um dos principais críticos de arte da época na Alemanha e conhecido por seus comentários irreverentes sobre estética e cultura. Hitler o tinha como um guia nessa área. Apesar disso, Osborn era judeu, teve de emigrar para os EUA e entrou na lista de autores proibidos na Alemanha, cujos livros foram queimados. Mas o exemplar de Hitler foi preservado – e preservou no meio de suas páginas um fio de bigode preto, encontrado em 2001, quando o livro foi examinado pelo autor do livro “A biblioteca esquecida de Hitler”.

2- “Peer Gynt”, de Henrik Ibsen – uma peça com capítulo introdutório escrito pelo mentor de Hitler


O ator Henrik Klausen como Peer Gynt na primeira encenação da peça, na Noruega, em 1876

O exemplar de Hitler do livro do famoso escritor norueguês traz um capítulo introdutório de Dietrich Eckart, figura intelectual influente em grande parte da Alemanha cuja adaptação de Peer Gynt foi uma das produções teatrais mais bem-sucedidas da época, com mais de 600 apresentações só em Berlim. Em 1921, Eckart fez uma dedicatória especial para Hitler e o presenteou com esse livro, chamando-o de “querido amigo”. Pouca gente o considerava assim, mas Eckart era ainda mais que isso. Ele foi o mentor do líder nazista e o apresentava aos amigos dizendo: “Este homem é o futuro da Alemanha. Um dia o mundo inteiro falará dele”. Eckart foi o responsável por dar forma e ardor ao antissemitismo de Hitler. Ele tinha uma publicação semanal em que incitava o ódio aos judeus e financiou editoras e organizações antissemitas.

3- “Meu despertar político”, de Anton Drexler, em que o fundador do Partido dos Trabalhadores Alemães conta como se converteu ao antissemitismo
No tratado de 40 páginas, Anton Drexler, mecânico ferroviário que fundou o Partido dos Trabalhadores Alemães (Deutsche Arbeiterpartei), conta sobre a sua conversão ao nacionalismo radical e antissemita. Ali, ele alega ter detectado uma suposta predominância da influência dos judeus sobre a economia, as finanças, a imprensa, o movimento bolchevique e a crise do reforço de guerra da Alemanha. Ela acusava os judeus de serem “o verdadeiro inimigo de todos os trabalhadores” e defendia abertamente o seu extermínio. Hitler ganhou o livro do próprio Drexler em uma reunião do Partido, em 1919, e se identificou com as idéias e os sentimentos colocados ali. Poucos dias depois, foi aceito no partido.

4- “Schlieffen: um estudo de sua vida e caráter para o povo alemão”, de Hugo Rochs – um livro sobre virtudes prussianas que orientou militarmente o líder nazista


O conde Alfred Graf von Schlieffen

O livro, publicado em 1921, se declara um “estudo de caráter” do lendário conde da Prússia Alfred von Schlieffen , que atuou na Guerra Franco-Prussiana e ficou conhecido pela genialidade estratégica. Quem escreveu foi seu médico pessoal, que não pretendia fazer apenas uma biografia do paciente: ele queria que isso servisse como um estudo do caráter do inteiro povo alemão, apresentando o conde como a corporificação das virtudes prussianas, como diligência, modéstia e humanidade. Hitler ganhou seu exemplar em 1940 do seu diretor de assuntos sociais, Artur Kannenberg, que marcou diversos trechos para que o ditador lesse. Hitler leu tudo atento, fazendo outras marcações com lápis. Alguns desses trechos falam da necessidade de uma guerra em duas frentes para a Alemanha: de um lado, contra Inglaterra e França, e de outra contra a Rússia. Essas marcações se tornaram os primeiros indícios da intenção de Hitler de promover uma invasão na Rússia. Naquele mesmo ano, ele começaria uma operação na frente oriental.

5- Obras completas de Shakespeare, em tradução alemã de 1925 – fonte de inspiração e de frases de efeito

Era uma coleção que pretendia tornar a grande literatura disponível ao público alemão em geral. Os livros de Hitler estão encadernados à mão em couro marroquino, com uma águia estampada em ouro com as iniciais A e H aos seus pés na lombada. Hitler considerava Shakespeare superior a Goethe e Schiller em todos os aspectos, pois reclamava que os dois alemães desperdiçavam seu talento em histórias de crises da meia-idade e rivalidade entre irmãos. “Ser ou não ser” era uma de suas frases favoritas. Ele chegou a desenhar com detalhes um palco para o primeiro ato de Júlio César e ameaçou mais de uma vez seus oponentes com a advertência feita a Brutus após o assassinato de César: “Nos encontraremos de novo em Philippi”.

As informações foram tiradas do livro “A biblioteca esquecida de Hitler”, de Timothy W. Ryback, publicado pela Companhia das Letras. Para mais curiosidades sobre o ditador: “O arquivo de Hitler”, Patrick Delaforce, Panda Books.


The Kamikaze

21 nov

O Kamikaze

1941-1945

The Kamikaze

Nos meses seguintes aos ataques de Pearl Harbor, o Japão rapidamente ganhou supremacia no ar com o seu “ZERO” aviões de caça. Depois que os Estados Unidos usaram seu conhecimento do Zero para construir aviões melhores, tirando vantagem aérea do Japão, em 1943, mudou a tática japonesa, formando um esquadrão de pilotos kamikazes que voou aviões carregados com explosivos diretamente em navios inimigos.

 

Japanese Zero

Estes ataques suicidas “proves devastatingly effective” , “inflicting” pesadas perdas das forças americanas no Pacífico, no final de 1944-45

 

Women in World War II

19 nov

 

Uma das imagens mais icônicas da II Guerra Mundial foi "Rosie the Riveter", uma ferramenta de relações públicas, destacando o papel das mulheres no esforço de guerra. Crédito da foto: Library of Congress.

Mulheres na Segunda Guerra Mundial

1940-1945

Através da II Guerra Mundial, as mulheres americanas entraram na força de trabalho em números sem precedentes. Crédito da foto: Getty Images.

Durante a Segunda Guerra Mundial, mulheres americanas entraram na força de trabalho em números sem precedentes, já que o alistamento do sexo masculino deixou de forma generalizada buracos na força de trabalho industrial. Entre 1940 e 1945, o percentual da força de trabalho feminina americana aumentou de 27% para quase 37%, e, em 1945, uma em cada quatro mulheres casadas trabalhavam fora de casa. Um adicional de mais ou menos 350.000 mulheres servindo em Forças Armadas dos EUA, tanto em casa como no exterior.

A indústria de aviação teve um aumento dramático em trabalhadoras americanas durante a guerra. Crédito da foto: Library of Congress.

 

Mulheres afro-americanas encontraram trabalho em uma variedade de indústrias “home-front”. Crédito da foto: Library of Congress.

 

Até o final da guerra, cerca de 25 % das mulheres estavam empregadas/trabalham fora de casa. Crédito da foto: Library of Congress.

 

 

 

 

 

 

Mais de 300.000 mulheres se juntaram as Forças Armadas durante a Segunda Guerra Mundial. Crédito da foto: Getty Images.

 

As mulheres que se juntaram ao exército da Women Corp (WAC) serviram tanto “stateside” como no exterior. Crédito da foto: Getty Images.

 

 

Manhattan Project

18 nov

Projeto Manhattan

Explore o projeto ultra-secreto americano para construir a primeira bomba atômica do mundo.

http://www.history.com/videos/atoll-atomic-test-explosion#manhattan-project

Atomic Test Explosions

Cenas de um teste de explosão nuclear no Havaí |Courtesy of the Department of Energy Nevada Operations Office|

http://www.history.com/videos/atoll-atomic-test-explosion#atomic-test-explosions

http://www.history.com/videos/atoll-atomic-test-explosion#atomic-test-explosions-1948

Atoll Atomic Test Explosion

Este video da explosão atômica que o History Channel mostra, são as ramificações de um teste nuclear feito fora do Havaí.As fotos são de uma experiência nuclear feito pelo Departamento de Energia conhecido como o DOE.

http://www.history.com/videos/atoll-atomic-test-explosion#atoll-atomic-test-explosion

First Atomic Bomb Test

http://www.history.com/shows/wwii-in-hd/interactives/inside-wwii-interactive

North America >> Manhattan Project >> First Atomic Bomb Test

Women in WW II

http://www.history.com/shows/wwii-in-hd/interactives/inside-wwii-interactive

North America >> Women in WW II (we can do it) >> WAC OATH OF ELISTMENT





Quatro Anos para Expulsar os Japoneses do Pacífico

17 nov

O Que levou o Japão a atacar Pearl Harbor?

Arthur Percival (ao fundo, à direita)

Crepúsculo Imperial - Vencido em 13 de fevereiro de 1942, o general Arthur Percival (ao fundo, à direita) entregou Cingapura aos japoneses.

Com recursos naturais escassos e uma população em crescimento, o Japão há muito olhava para fora das suas fronteiras. Em 1931, anexou a Manchúria e em 1940 a queda da França deu-lhe um ponto de apoio no sudeste asiático, com a ocupação da Indochina francesa. O Japão via assim a possibilidade de se expandir na Ásia e no Pacífico.

Os japoneses sabiam que os Estados Unidos eram a única potência com uma presença militar suficientemente forte na Ásia para se opor aos seus planos expansionistas e a principio contavam manter os Estados Unidos, neutros, fora do conflito. No entanto, enquanto diplomatas tentavam a paz, os japoneses planejavam atacar a esquadra norte-americanos do Pacífico, que fora deslocada para Pearl Harbor.

Quando os EUA se recusaram levantar um embargo que ameaçava paralisar a máquina de guerra do Japão, os japoneses puseram o seu plano em ação. No mesmo dia atacaram Pearl Harbor, a Malásia, as Filipinas, Guam, Java, a Tailândia, Hong Kong, Bornéu e a fortaleza da ilha Wake. Em poucos meses, o Japão tinha alargado os limites do império e estabelecido um vasto perímetro defensivo na área do Pacífico. Ao paralisar a esquadra dos EUA, o Japão pensava salvaguardar os territórios recentemente conquistados.

Por Que os norte-americanos foram surpreendidos?

Meio século depois do ataque a Pearl Harbor, os investigadores descobriram uma espantosa série de erros que contribuíram para o sucesso do ataque-surpresa do Japão. Alguns historiadores tem mesmo especulado que Estados Unidos ignoraram deliberadamente avisos do ataque, a fim de que o Japão pudesse ser considerado agressor numa guerra que era considerada inevitável.

A culpa caiu inteiramente nos ombros do almirante Husband E. Kimmel, comandante da esquadra atingida, e do tenente-general Walter Short, comandante das forças terrestres no Havaí. Ambos foram declarados culpados pela “falta de cumprimento do dever” por não terem preparado defesas adequadas. Não havia, por exemplo, redes de torpedos para proteção dos navios de guerra. Apesar de ambos os comandantes terem recebido uma mensagem de aviso de guerra, de Washington, de 27 de novembro, nenhum deles tomou precauções defensivas. Um ataque a partir de porta-aviões parecia impensável – afinal de contas, o Japão estava a 6.400km de distância.

Kimmel e Short não foram, no entanto, os únicos a cometer erros. Graças à decifração dos códigos, em novembro o governo dos EUA sabia que os japoneses estavam planejando uma grande ofensiva. Em 5 de dezembro, sabia-se que comboios de navios japoneses se dirigiam para o sul do Japão. No entanto, ninguém pensou num ataque a Pearl Harbor. Mesmo quando os EUA detectaram um grande aumento de mensagens cifradas entre Tóquio e o Consulado Japonês de Honolulu, ninguém suspeitava qual seria o alvo.

Isoroku Yamomoto

Guerreiro Relutante - O almirante Isoroku Yamomoto, educado em Harvard, não acreditava que o Japão pudesse derrotar os EUA. Mas foi dele o plano de enviar os porta-aviões para Pearl Harbor.

Também se perderam mensagens devido a confusões burocráticas. Quatro horas antes do ataque de 7 de dezembro, Washington enviou um aviso para o Havaí, mas o telegrama chegou tarde demais. Quando os primeiros aviões japoneses foram detectados pelo radar na região norte de Oahu, não havia ninguém no quartel-general para receber o relatório do operador de serviço, pois os domingos no Havaí eram sempre dias de descontração. A sorte e a habilidade dos japoneses contribuíram para o resultado do ataque.

Como os Aliados ganharam a Guerra do Pacífico?

Abalados pelas perdas em Pearl Harbor, os Estados Unidos dedicaram grande parte de suas energias ao rearmamento de sua esquadra no Pacífico. Todas as suas embarcações de guerra, à exceção de dois couraçados afundados ou atingidos em Pearl Harbor, foram recuperadas e reequipadas.

Em 18 e abril de 1942, comandados pelo coronel James H. Doolittle, 16 bombardeiros B-25 decolaram do porta-aviões Hornet e atacaram Tóquio. Três semanas mais tarde, na Batalha do Mar de Coral, aviadores norte-americanos abateram, a aprtir do porta-aviões, cerca de 75 aviões japoneses e impediram um desembarque japonês na Papua-Nova Guiné. A batalha foi prejudicada plea perda do porta-aviões Lexington devido a uma explosão de vapor de petróleo. Contudo, a maioria da tripulação foi salva e a paralisação de dois modernos porta-aviões japoneses, colocados fora de ação durante meses, teve um efeito importante em operações futuras.

Em 1942, a renovada esquadra norte-americana no Pacífico, sob o comando do almirante Chester Nimitz, obteve uma vitória esmagadora sobre os japoneses em Midway, afuundando quatro porta-aviões e um cruzador pesado, e abatendo cerca de 275 aeronaves. Em três dias, a capacidade de ataque de longo alcance do Japão tinha sido efetivamente destruída. Os historiadores estão de acordo ao considerar que a Batalha de Midway, a primeira grande derrota do Japão, mudou o curso da Guerra do Pacífico. No ano seguinte, as forças norte-americanas, com o auxilio de das forças australianas, atacaram fortes japoneses no Pacifico Sul. Em meados de 1943, os Aliados tinham capturado Guadalcanal e outros postos avançados, incluindo Rabaul, na Nova Bretanha. A principal base do Japão na área foi desativada.

Os norte-americanos lançaram depois um ataque em duas frentes sobre as Filipinas, que os japoneses ocupavam desde maio de 1942. A esquadra norte-americana aproximou-se do Havaí e atacou as instalações japonesas nas ilhas Gilbert, Marshall e Marianas. Enquanto isso, o general Douglas MacArthur comandava uma investida ao longo da costa norte da Nova Guiné em direção às Filipinas.

Após algumas das mais sangrentas batalhas navais da guerra, MacArthur e as suas forças regressaram às Filipinas em janeiro de 1945. Tendo perdido Iwo Jima e Okinawa com um enorme custo de vidas – cerca de 131 mil mortos -, o Japão tornou-se vulnerável aos bombardeiros norte-americanos B-29. Na primavera de 1945, o exercito, a marinha e a força aérea japoneses tinham sido dizimados e os seus fortes dos Pacifico, invadidos.

Os ataques aéreos dos B-29 sobre Tóquio causaram ainda a morte de mais de 260 mil pessoas. Apesar disso, os japoneses recusavam-se a admitir derrota e render-se. Então, o presidente Truman foi informado de que uma alternativa há muito aguardada já estava disponível: a bomba atômica.

Lexington

A Caminho do Sucesso - A vitória aliada no Pacífico surgiu de um novo tipo de tática de guerra naval, travada entre navios e aviões, raramente entre navios. Operando a partir de porta-aviões, bombardeiros atacaram a esquadra japonesa em Midway. Uma vítima da batalha do mar de Coral foi o Lexington. O Japão abandonou arquipélagos do Pacífico e o general MacArthur cumpriu a promessa de devolvê-los às Filipinas.

O Japão Ataca Pearl Harbor

14 nov

“TORA! TORA! TORA!” – este sinal anunciou o ataque que destruiu uma esquadra e levou os EUA a entrarem na Segunda Guerra Mundial

Pearl Harbor

"Não se trata de um exercício". No auge de um ataque que até o último momento os comandantes navais norte-americanos não acreditavam estar acontecendo, uma cortina negra paira sobre o Arizona, destruído. Nuvens de fumaça negras menores assinalam o destróier Shaw, atingido, e a fumaça branca, o local onde um bombardeiro caiu. Uma embarcação (à esquerda) avança para salvar os sobreviventes do West Virginia, em chamas, nas proximidades do porto.

O operador de rádio Karl “Buzz” Boyer não acreditava no que estava ouvindo. Sentado em frente do seu receptor na estação de rádio, a 10km de Pearl Harbor, no Havaí, na manhã de domingo de 7 de dezembro de 1941, ele transcreveu uma mensagem alarmante da Base Aérea da marinha, que ficava a 32km nordeste. “Estamos sendo bombardeados e metralhados. Estamos sob ataque”. A resposta de Boyer foi lapidar: “Vá para cama, você está bêbado”. O outro operador insistiu: “Não se trata de nenhum exercício. É pra valer”.

Convencido por fim de que a mensagem era genuína, Boyer correu para junto do comandante da estação, que, com o resto do pessoal, olhava pela janela para Pearl Harbor. Todos achavam que os aviões que se precipitavam sobre a ilha eram bombardeiros do exército regressando dos exercícios, até que viram fumaça de canhões antiaéreos. O chefe de Boyer leu a mensagem e gritou: “Ligue para Washington. Não se preocupe com o código”. As 7:58h da manhã, Boyer transmitiu a histórica mensagem: “Ataque aéreo sobre Pearl Harbor. Não se trata de um exercício”.

Battleship Row

Sobre o alvo - Um bombardeiro japonês, com os freios descidos, afasta-se de Battleship Row já incendiada, depois de ter sofrido um ataque de aviões-torpedeiros.

O ataque japonês a Pearl Harbor foi um dos mais bem-sucedidos ataques-surpresa da história. Desde o momento que o Mitsuo Fuchida e a primeira leva de 180 aviões de guerra sob o seu comando decolaram do porta-aviões a 370km ao norte da ilha havaiana de Oahu até chegarem a pearl Harbor não encontraram resistência. A força atacante voou a 3.660m, por cima de espessas nuvens. Uma hora e meia após a largada, logo depois das sete da manhã, Fuchida ligou o rádio e ouviu a suave musica havaiana de uma estação da Rádio de Honolulu – prova de que os japoneses se aproximavam do seu alvo. De repente, as nuvens afastaram-se e Fuchida avistou Kahuku Point, na costa norte de Oahu. O vento estava fraco, a visibilidade boa e Pearl Harbor, base da poderosa esquadra norte-americana do Pacífico, estendia-se à frente.

Os aviões desceram para a costa ocidental da ilha, de maneira que os lança-torpedos pudessem aproximar-se de Pearl Harbor pelo sul. Já perto do alvo, Fuchida viu que, à exceção de um, todos os mais cruzadores da esquadra norte-americana do Pacifico estavam ancorados ao longo da Battleship Row. Próximo, encontravam-se cruzadores, destróieres e outros navios – 94 ao todo. Fuchida estava tão certo da vitória que, antes de qualquer bomba cair transmitiu pelo rádio ao seu comandante o grito triunfante “Tora! Tora! Tora!” (Tigre! Tigre! Tigre!), sinal de que tinha conseguido atacar de surpresa.

Em minutos, os Kates japoneses, os mortíferos aviões-torpedeiros, tinham descido para menos de 90m e lançado o seu “peixe” mortal nas águas pouco profundas de Pearl Harbor. Na sua maioria. Os torpedos atingiram os gigantes que se alinhavam na Battleship Row: o Califórnia, o West Virginia, o Oklahoma, o Nevada e o Arizona. Depois de vários torpedos atingirem p imponente Oklahoma, este começou a inclinar-se e foram dadas ordens para abandonar p navio, que acabou emborcando. Muitos marinheiros foram mortos por metralhadoras japonesas, mas a maioria da tripulação foi salva por embarcações das docas e navios vizinhos.

Diversas levas de aviões japoneses bombardearam e metralharam a esquadra desprevenida. O Arizona sofreu vários ataques diretos e explodiu quando uma bomba desceu pela sua chaminé e incendiou ou paióis de pólvora. Por todo lado, os homens saltavam dos navios atingidos para o mar coberto de óleo. Alguns morreram quando a superfície irrompia em chamas. O Nevada, que tentou abandonar o porto, acabou por atrair a atenção dos bombardeiros. Sofrendo ataques diretos de duas bombas de 250kg, a superestrutura da frente foi tomada pelas chamas. Contudo, apesar do calor intenso, metralhadores da marinha continuaram a abrir fogo contra o inimigo.

Em menos de duas horas, os japoneses tinham afundado ou atingido gravemente 18 navios, destruído 188 aviões e danificado outros 159. Cerca de 2.400 norte-americanos, incluindo 68 civis, tinham morrido e mais de 1.100 estavam feridos. Por sua vez, os japoneses só tinham perdido 29 aviões. Contudo, haviam fracassado completamente num sentido, já que todos os porta-aviões norte-americanos importantes estavam no mar e as bombas não tinham atingido os depósitos de combustível.

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Cerca de trezentos homens que nós retiramos ainda estavam vivos no 18° dia. O fogo se extinguiu somente depois de duas semanas. Trabalhamos dia e noite durante três dias. Estava tudo muito agitado e confuso”JOHN GARCIA, veterano de Pearl Harbor

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Em Tóquio, a notícia de espetacular e surpreendente a Pearl Harbor foi acolhida com entusiasmo. Em Washington, a notícia foi recebida de início com descrença, depois com cólera. Menos de 24 horas após a primeira bomba ter sido lançada sobre Pearl Harbor, o presidente Roosevelt dirigiu-se ao congresso e ao povo norte-americano. “Ontem, 7 de dezembro de 1941, uma data para sempre infame”, disse, “os Estados Unidos foram deliberadamente atacados pelas forças aeronavais do Império Japonês”. Com a mesma disposição de espírito, o Congresso votou esmagadoramente pela declaração de guerra ao Japão.

Roosevelt

Para a guerra - Roosevelt condena o Japão pelo seu "ignóbil ataque" epede ap Congresso para votar uma declaração de guerra, o que aconteceu no dia seguinte.

 

O Contra-Ataque Russo Que Acabou Em Berlim

12 nov

Por que a Alemanha invadiu a União Soviética?

No seu livro Mein Kampf, escrito na década de 1920, Hitler afirmara que se voltaria para a URSS para obter o Lebensraum, ou “espaço vital”, a que a nação alemã, segundo ele, tinha direito. Para Hitler, os eslavos, russos eram racialmente degenerados, uma massa de “escravos natos”.

Nada disso o impediu de assinar um pacto de não-agressão com a União Soviética em agosto de 1939. Porém, como explicou numa conferência de dirigentes nazista: “O meu pacto era só para ganhar tempo. Esmagaremos a União Soviética”.

O pacto incluía um acordo sobre a divisão da Europa Oriental entre a Alemanha e a União Soviética, depois do ataque conjunto à Polônia que deu inicio à Segunda Guerra Mundial. Os russos, porém, apoderaram-se de muito mais território do que aquele que lhes estava destinado no pacto.

Enquanto as relações russo-germânicas pioravam, Hitler planejava uma invasão maciça ao seu antigo aliado. Para isso, reuniu uma enorme força de mais de três milhões de homens.

Nas primeiras horas do dia 22 de julho de 1941, os alemães atacaram. Os russos estavam totalmente desprevenidos e os alemães avançavam 80km por dia, mas diminuíram a marcha quando começaram a ficar sem mantimentos. As suas linhas de abastecimento estavam no limite e os russos praticavam uma política de “terra arrasada”, destruindo todos os recursos locais à medida que iam retirando.

Não obstante, em 2 de dezembro, os alemães estavam a 30km de Moscou. Quatro dias mais tarde, porém, um contra-ataque soviético obrigou-os a recuar. Ao chegar a primavera russa, o degelo transformou a terra num lamaçal e impôs uma trégua.

No verão seguinte, Hitler decidiu lançar uma investida maciça na direção sul e leste, numa tentativa de se apoderar do petróleo da Rússia e do trigo do Cáucaso.

O Que levou Hitler a atacar Stalingrado?

Stalingrado não era, a principio, um alvo importante nas ambições expansionistas de Hitler. Em abril de 1942, deu ordens para que a cidade fosse conquistada ou neutralizada, mas só como complemento do grande avanço para o sul, em direção a Cáucaso. Só três meses depois escolheu a cidade como objetivo principal.

Talvez Hitler temesse que Stalingrado pudesse ser utilizada pelos russos como base para ataques aos seus flancos no Cáucaso. Talvez sua decisão refletisse um plano anterior que fizesse de Stalingrado a base para um avanço para o norte que viesse a cercar Moscou. Ou talvez o ditador alemão precisasse do estímulo de conquistar a cidade – anteriormente designada Tsaritsyn – a que Stalin tinha dado seu próprio nome.

Tendo-se empenhado na tomada de Stalingrado, Hitler não podia aceitar que se tratava de um objetivo impossível e agia como se as suas ordens para derrotar o inimigo, a sua vontade de vencer e os seus sonhos de vitória materializassem a realidade que procurava.

Por Que o ataque alemão falhou?

A catástrofe alemã em Stalingrado foi causada em grande medida pelos erros cometidos por Hitler, que tinha assumido o controle pessoal das forças alemãs em dezembro de 1941 – uma decisão bizarra, considerando que ele se encontrava a 1.600km do local da ação. Estes erros tinham origem na fé que depositava no seu próprio gênio militar, nos seus sonhos de grandeza e na sua visão deturpada da realidade.

A investida alemã no Cáucaso em 1942 foi a principio bem-sucedida, mas Hitler, tomado de excesso de confiança, começou a fazer alterações no plano inicial.

Em 13 de julho, deu ordens para atacar Stalingrado. Quatro dias mais tarde, porém, prejudicou gravemente o ataque, transferindo a 4ª Divisão Blindada, do general Hoth, que participava do ataque, para o sul com o objetivo de apoiar as forças no Cáucaso. Se tivesse deixado os tanques em Stalingrado, os alemães poderiam ter facilmente conquistado a cidade, mal defendida. Em 29 de julho, mudou de idéia e deu ordens para os tanques regressarem, mas a essa altura os russos já tinham reforçado suas defesas. Logo que o ataque foi lançado, os russos fizeram tudo para que os alemães lutassem em condições a que não estavam habituados, tornando inúteis suas táticas.

Teste de Metal - A batalha de Kursk envolveu mais de seis mil tanques. Embora os tanques alemães tivessem maior potencial de fogo, os T-34 russos utilizavam a sua maior capacidade de manobra.

Mais Perto - Em 1942, a Rússica produzia mais armamentos do que a Alemanha. Com linhas de comunicação muito menores do que as do inimigo, os russos podiam enviar em comboios tanques, armas e mantimentos para a frente da batalha.

Os russos mantinham-se tão perto do inimigo que a Luftwaffe não conseguia bombardear a linha da frente soviética. Se os alemães queimavam edifícios, as ruínas eram transformadas em melhores fortalezas. Se bombardeavam as ruínas, os escombros bloqueavam as ruas da cidade aos tanques alemães, e cheios de minas e trincheiras em ziguezague, davam proteção aos russos. Em espaços fechados, os tanques eram alvos fáceis, obrigando a infantaria alemã a lutar muito perto dos adversários, forma de combate que detestavam. Durante toda a batalha, Hitler ignorou os seus generais e recusou-se a acreditar nas más notícias. As suas ilusões levaram a um revés do qual a Alemanha nunca se recuperou.

O Que se seguiu à batalha?

Com a vitória de Stalingrado, os russos recuperaram o ânimo. O poderoso exército alemão tinha sido derrotado e tornara-se evidente que não era invencível. Além disso, cerca de duzentos mil russos foram enviados para participar de um ataque maciço na direção do mar Negro, que cercava quase 250 mil alemães.

No verão europeu de 1943, os alemães lançaram uma contra-ofensiva, que viria a constituir a maior batalha de tanques de todos os tempos.

Cerca de um milhão de homens e dois mil tanques atacaram em duas frentes que se destinavam a furar e destruir uma frente russa perto da cidade de Kursk.

Mas os russos, avisados, convocaram 1,3 milhão de homens e 3.500 tanques. Cavaram centenas de quilômetros de trincheiras, defendidas por arame farpado e minas colocadas a intervalos de 30cm, ao longo de toda a sua linha da frente. Os alemães avançaram muito pouco contra esta obstinada resistência russa – as suas frentes cobriam menos de um décimo da distância necessária para encurralar o inimigo.

Em 12 de julho, a 4ª Divisão Blindada alemã atacou perto da aldeia de Prokhovka, numa tentativa de romper as defesas soviéticas, mas esbarrou com o 5° Exército Russo de Guardas de Tanques. Os T-34 russos aproximaram-se rapidamente dos Panteras, Tigres e Ferdinands alemães. O campo de batalha ficou envolvido por um nevoeiro de fumaça e poeira, e o solo ficou coberto com os destroços dos tanques em chamas.

Ao fim do dia, Hoth tinha perdido mais de trezentos tanques e dez mil homens. Embora as perdas russas fossem provavelmente igualmente elevadas, o anunciado rompimento das suas linhas tinha sido impedido. Uma semana mais tarde, Hitler suspendeu a ofensiva, pois necessitava de forças suplementares para enfrentar uma nova emergência – os Aliados atacavam a Sicília.

Luta de Perto

Luta de Perto - Havia pouco espaço de manobra em Kursk e os tanques eram obrigados a travar batalhas a pequena distância

O Duelo dos Atiradores de Elite

Como as ruínas de Stalingrado proporcionassem terreno ideal para os atiradores, os russos montaram uma escola para atiradores de elite dirigida por Vassily Zaitsev que, em dez dias, havia abatido a tiros cerca de quarenta soldados alemães e cuja fama já era conhecida até entre os inimigos. Em resposta, os alemães mandaram buscar o seu homem de melhor pontaria, o coronel Heinz Thorwald.

Zaitsev logo ouviu falar do novo “superatirador” alemão. Quando dois experiente colegas seus foram atingidos da mesma área, Zaitsev sabia que o havia localizado. Esperou por três dias e finalmente, descobriu o inimigo escondido atrás de uma barra de ferro laminado que ficava entre as linhas russas e alemãs. Um companheiro que estava ao lado de Zaitsev levantou lentamente um capacete para que o alemão atirasse. Quando ouviu o tiro, o companheiro gritou como se tivesse sido atingido. Thorwald ergueu a cabeça para verificar em quem havia atirado – e Zaitsev matou-o a tiros.

O Curso da Guerra Volta-se Contra a Alemanha

 

Guerra Nas Ruas de Stalingrado

12 nov

Meses de luta corpo a corpo entre as ruínas fumegantes da cidade destruíram o sonho de Hitler de integrar a Rússia ao Terceiro Reich

 

Ao fim do dia 23 de agosto de 1942, quando a noite dissipava o calor do dia russo, tanques alemães passavam ruidosamente através dos subúrbios ao norte de Stalingrado e apareceram sobre os penhascos acima do rio Volga. A cidade, ao longo da íngreme margem ocidental do rio, parecia à beira do colapso. A aviação alemã já tinha reduzido o centro a escombros causando quarenta mil mortos. Milhares de pessoas fugiam para leste através do Volga.

Hitler tinha lançado as suas tropas no Cáucaso em 9 de julho, depois de uma ofensiva no ano anterior ter sido imobilizada pela neves do inverno russo. Quatro dias mais tarde, decidiu ordenar um ataque que sobre Stalingrado, cujas fábricas contribuíam de forma relevante para o esforço de guerra russo.

Os alemães encontraram a cidade bem defendida. Apesar disso, o 6° Exército sob o comando do general Friedrich Paulus, com a ajuda da 4ª divisão blindada, do general Hermann Hoth, conseguiu ultrapassar as linhas russas e atingir o Volga.

Esta investida acabou por representar o limite do maciço avanço alemão. Para completar a vitória, os alemães teriam que conquistar o resto da cidade, rua por rua. A única maneira de desocupar um prédio era invadi-lo, incendiá-lo, ou tomar suas dependências uma a uma.

General Friedrich Paulus

Lealdade traída - Até Stalingrado, o general alemão Paulus fora um oficial leal e obediente. Depois, preso e amargurado por ter sido abandonado por Hitler, encorajou os alemães a desertarem.

O 62° Exército russo, dirigido pelo general Vassity Tchuikov, improvisara uma nova tática de guerra pela defesa da cidade. Organizados em “grupos de assalto”, alguns constituídos por menos de uma dúzia de homens, os russos lutavam por cada aposento, cada pilha de escombros. Às vezes, abandonavam as suas posições só quando o chão ardia e as roupas fumegavam. De noite, voltavam pelos telhados para retomarem suas posições. Quando faltavam munições, lançavam pedras para repelir os alemães.

Nas ruas obstruídas por escombros, os homens cavavam trincheiras, utilizando pás com rebordo afiados para as lutas corpo a corpo. Aproveitando-se da escuridão, com os pés envolvidos em trapos, deslocavam-se furtivamente ao longo das ruas ou rastejavam pelo canos de esgoto para conseguirem posições estratégicas.

Nesse meio tempo, o general Gueorgui Jukov, vice-comandante supremo do Exército Vermelho da Rússia, reunia quinhentos mil homens, novecentos tanques e 1.100 aviões para uma contra-ofensiva sobre Stalingrado. Esta foi adiada até a chegada do frio de novembro, de modo a dar aos seus tanques uma base mais firme; até lá, as tropas de Tchuikov em Stalingrado deviam agir como isca involuntária para atrair mais unidades alemãs para o interior da cidade.

Guerra Urbana

Guerra Urbana - Os russos obrigaram os alemães a combater por cada palmo de Stalingrado, fazendo de cada edifício uma fortaleza. Mesmo os escombros nas ruas davam cobertura aos atiradores.

Hitler, desconfiado de um contra-ataque russo, mandou 22 divisões de blindados avançarem, mas o plano redundou de imediato num revés humilhante, pois a metade dos tanques pararam com curtos-circuitos nas instalações elétricas: os ratos, atraídos pela palha utilizada para proteger os veículos contra o frio, tinham roído o isolamento.

Por fim, em 19 de novembro, os russos lançaram um ataque a norte e a sul da cidade, repelindo as forças de apoio ao 6° Exército alemão. Em poucos dias, fecharam ainda mais o cerco, atingindo Paulus e os seus 285 mil soldados.

Percebendo a situação, Paulus telegrafou pedindo autorização para recuar. Hitler, porém, recusou-se a aceitar a derrota e deu instruções para que o 6° Exército tomasse uma posição defensiva e esperasse por auxílio. Seriam enviados abastecimentos por avião para manter as tropas alemãs do 6° Exército até os blindados de apoio poderem abrir caminho através dos exércitos russos que os cercavam.

Presos e Gelados

Presos e Gelados - Castigados pelo frio, os 91 mil alemães capturados em Stalingrado foram enviados para uma morte quase certa nos campos de prisioneiros.

O plano foi um fracasso desde o início. Num esforço vão para transportar provisões suficientes, a Luftwaffe perdeu quinhentos aviões, enquanto os tanques alemães eram detidos a 50km de Stalingrado.

Assim, o 6° Exército teve de enfrentar o inverno russo sem abastecimentos. As queimaduras causadas pelo frio tornaram os corpos dos soldados completamente insensíveis – os pés de um homem foram roídos por ratazanas enquanto ele dormia -, e a disenteria, o tifo e a fome fizeram muitas vítimas. Os quatro mil cavalos do exército foram abatidos e comidos. A seguir, Paulus determinou que a ração diária de alimentos fosse uma tigela de sopa e cerca de 50g de pão por homem. Enquanto vinte mil soldados vagueavam pelos escombros, vinte mil jaziam entre as ruínas.

 

“Stalingrado cheira mal em conseqüência dos mortos em decomposição, do fogo, da destruição. E do odor amargo da desesperança.”  –  Soldado Alemão

 

À medida que os russos se aproximavam, Paulus abandonou o seus quartel-general em Gumrak, a 10km do centro da cidade. Hitler continuava a proibir a rendição do 6° Exército. Paulus, porém, agora marechal-de-campo, decidiu render-se sem autorização. Em 31 de janeiro, quando os russos entraram no seu quartel-general, nos armazéns Univermag, ele absteve-se da saudação nazista.

O combate em Stalingrado tinha custado aos alemães 147 mil homens, e aos russos, 47 mil. Entre a devastação, a morte e a vergonha, o sonho de conquista de Hitler começava a desfazer-se.

Gueorgui Zhukov e Vassily Tchuikov

Da mesma fibra - Gueorgui Zhukov (esquerda) e Vassily Tchuikov (direita) eram generais implacáveis e astutos, cuja capacidade de aprender com a experiência foi crucial na defesa de Stalingrado.


 

Remembering Pearl Harbor

8 nov Oficial Japonês Comandando
Relembrando Pearl Harbor

O Japão está em marcha, ampliando ainda mais seu império na China. Encorajado por sua aliança com a Alemanha nazista,a ilha tomou a Indochina francesa e é colônias britânicas ameaçador do Pacífico. Os Estados Unidos, através de embargos de petróleo, espera deter o avanço japonês. Enquanto as relações EUA-Japão pioram, o Japão envia emissários especiais para Washington. Enquanto os diplomatas se encontram, o Japão se prepara para a guerra. Em novembro de 1941 uma força de ataque secreto vai para o mar.

7 de Dezembro de 1941

0342 hours – U.S.S. Condor – Minesweeper spots submarine Periscope. U.S. Navy minesweeper Condor sights periscope.

Oficial Japonês Comandando

O “minesweeper”  Condor está em patrulha a menos de duas milhas (3.2 kilometros) da entrada de Pearl Harbor. O oficial do convés vê alguma coisa “ cerca de 50 metros ( 45 metros) a frente  do bombordo”.

Ele pergunta ao marinheiro o que ele faz do objeto. “ É um periscópio, senhor”, o marinheiro responde. “ E não era para haver nenhum submarino nessa área.” O Condor envia uma mensagem pisca-pisca de luz para o destróier Ward: “Avistado submarino submerge no curso do oeste, a velocidade de 9 nós”

0610 hours – Japanese Carries – Six carries are north of Oahu. Fisrt wave of planes take off from Japanese aircraft carries.

Já em vôo, Comdr. Mitsuo Fuchida, que irá liderar o ataque aéreo japonês em Peral Harbor, vê os aviões japoneses realizando balançosobre um mar agitado. À medida que o transporta “pitch and roll, as ondas de choque por todo o convés de vôo.

Japanese Navy Pilots

Tripulantes se agarram a uma aeronave para mantê-los de ir para o lado. E a primeira onda de aviões – 183 caças, bombardeiros, aviões e torpedos – estrondo no céu. Pilotos reconfirmam sua navegação por meio de uma música, da estação de rádio de Honolulu como um feixe de orientação.

0645 hours – U.S.S. Ward – Destroyer spots submarine attacks. U.S. destroyer Ward attacks a Japanese submarine.

U.S.S. Ward

O destroyer Ward dos EUA, que não tinha sido capaz de encontrar o “midget” submarino relatado pelo “minesweeper” Condor, “moves in for the kill”. O capitão do Ward, o Lt. William W. Outerbridge, tem estado no comando por apenas dois dias. Ele ordena aos homens para começar a disparar. Erra-se o primeiro tiro. O segundo acerta o submarino na linha d’ água.

“The submarine heels over and appears ‘To slow and sink.’” O Ward garante o naufrágio, deixando cair “um padrão cheio de cargas de profundidade.”

0653 hours – Fleet Headquarters – U.S. Destroyer Ward reports attack on sub. Ward radios submarine report to Navy headquarters.

U.S.S. Condor

De Ward para 14ª Sede Naval, na Estação Naval de Pearl Harbor: “Tivemos queda de profundidade após o sub-operacional na área marítima de defesa.”

Então, quase imediatamente, uma mensagem, a segunda mais detalhada: “Nós temos atacado, dispararam em cima, e caiu em cima de cargas de profundidade de operação de submarinos na área marítima de defesa.”

Vista de Pearl Harbor

O comandante do Ward’s acredita que a mensagem irá mostrar superiores ao destruidor não tinha apenas respondido ao avistamento de um submarino, mas na verdade tinha “oportunidade de fazer algo”.

0702 hours – Opana Radar Station – Radar operators spot unidentified aircraft. Radar station on Oahu spots unidentified aircraft heading toward Hawaii.

O Exército Opana Mobile Radar Stations é uma das seis estações de radar em Oahu.  Radar é uma ferramenta nova defesa em Hawaii, o sistema está em operação há menos de um mês.

Um dos dois soldados de plantão olha o osciloscópio radar e não acredita no que vê. Ele pede a seu amigo para dar uma olhada  – e ele confirma o avistamento: 50 ou mais aeronaves em um rolamento para Oahu. Os soldados ligam para o Fort Shafter (– centro de informações), centro de informações de radares.

0715 hours – CinCPAC Headquarters – Report reciever of U.S. attack on sub, delayed. At Navy headquarters, the decoding process delays Ward’s message.

Bombardeiros Japoneses

O Ward enviado uma mensagem – que ele havia atacado um submarino não identificado – em código. Na sede, os funcionários ‘códigos’ decodificaram  a mensagem, em seguida, rotineiramente colocaram em “paráfrase”, então não será uma cópia exata do papel que pode auxiliar um criptógrafo inimigo.

Adm. Husband E. Kimmel

A mensagem faz gradualmente seu caminho até o topo: Almirante Husband E. Kimmel, comandante em chefe da Frota do Pacífico.

Por causa dos tantos “falsos relatos de submarinos” recentemente, Kimmel decidiu “aguardar a verificação do relatório.”

0720 hours – Fort Shafter – Officer dismisses radar report. Expecting U.S. bombers, officer ignores radar of unidenfied aircraft.

Um tenente do Exército que está em formação no centro de operações de rede de rádio em  Fort Shafter recebe o relatório da estação de radar Opana: “o maior avistamento” o operator de radar já tinha visto. Até agora os aviões estão a cerca de 70 milhas (113 quilômetros) de distância.

Avião de Ataque Japonês

O tenente acredita que o radar pegou um voo de um bombardeiro americano — B-17 Flying Fortress — posição da Califórnia para o Hawaii. Por razões de segurança, ele não pode dizer isso para os operadores de radar.
Tudo o que ele diz é: “bem, não se preocupe com isso.”

Presidente Roosevelt

0733 hours – Honolulu – Warning from Washington arrives in Honolulu. Warning message reaches Honolulu civilian telegraph office.

A partir de uma mensagem decodificada japonesa, o presidente Roosevelt e o general George Marshall aprenderam que os navegadores japoneses em Washington disseram para romper negociações. Acreditando que isso podia significar guerra, Marshall envia um aviso ao Tenente General Walter Short, comandante das forças do Exército dos EUA no Havaí.

“Atmosfera estática” apaga as comunicações com o Havaí, por isso a mensagem de Marshall passa por telégrafo comercial. (Ele vai chegar na sede Short as 1145 horas).

Gen. Walter C. Short.

0740 hours – Japanese first wave – attack force heads for Pearl Harbor. First wave of Japanese planes reaches Oahu.

Aviões da primeira onda se deslocam da leva Japonesa – 49 bombardeiros de alta altitude, 51 bombardeiros de mergulho, 40 aviões com torpedos, 43 lutadores. Eles voam através das nuvens, pensando se Pearl Harbor será visível.

Então, conforme eles se aproximam de Oahu, o comandante do ataque ouve um boletim meteorológico de Honolulu: “… nuvens na maior parte sobre as montanhas. Boa visibilidade. “As nuvens quebram. Os ‘fliers’ veêm “uma longa linha branca da costa”, Kakuku Point de Oahu.

Comdr. Fuchida

0749 hours – Japanese Commander Fuchida – To RA: launch surprise attack. Japanese aerial commander orders attack.

Ataque aéreo, o comandante Mitsuo Fuchida, olhando para baixo em Pearl Harbor, não vê porta-aviões, o que os japoneses esperavam para destruir e, assim, frustrar a retaliação dos EUA.  Ele ordena que o seu operador de telégrafo para tocar para fora, para, para: o ataque.

Em seguida, outras torneiras: a ra, a ra, ra a: ataque, a surpresa alcançados (as?).

Embora não significava ter um duplo significado, a RA é lido por alguns pilotos japoneses como o “tigre tora”. E de acordo com um japonês, dizendo: “Um tigre sai 1000 ri (2000 milhas / 3.218 km) e retorna sem falhas.”

View From Japanese Attack Plane

0755 hours – Japanese planes strike:

● U.S.S. California

Japanese Planes Strike

● U.S.S. West Virginia

● U.S.S. Arizona

● U.S.S. Nevada

● U.S.S. Utah

● U.S.S. Oklahoma

● Ford Island Command Center

0800 hours – B-17 Flying Fortresses – Bombers from the U.S. Mainland fly to Oahu.Unaware of attack, scheduled B-17 bombers from California reach Oahu.

Como parte de um plano dos EUA para apoiar as forças do Pacífico, 12 B-17

B-17 Flying Fortress

Flying Fortress foram encomendados para as Filipinas.A primeira parada é Oahu. Sem saber que o Japão está atacando Oahu, eles preparam “to land”.

B-17 Flying Fortress. Sem saber do horário marcado, bombardeiros B-17 da Califórnia chagam a Oahu.

Eles estão desarmados para salvar peso, o B-17 só pode esquivar-lutadores japoneses e a artilharia antiaéra americana. A maioria administra “a terra” intacta”touching down” em um campo de golfe.

0810 hours – U.S.S. Arizona – Ammunition, ignited by bomb, explodes. Battleship Arizona explodes.

Uma bomba anti-blindados, caiu por um bombardeiro de alta altitude, atravessa o convés de proa do Arizona, desencadeando mais de um milhão de libras (450 mil quilogramas) de pólvora, criando uma enorme bola de fogo, e matando 1.177 homens.

Um marinheiro no navio de guerra torpedeado Nevada vê o Arizona  “saltar de pelo menos 15 ou 20 pés [5 ou 6 metros] para cima na água e tipo de ruptura em dois.” Em nove minutos, o Arizona é na parte inferior.

U.S.S. Arizona Explodes

0817 hours – U.S.S. Helm – Destroyer attacks submarine. U.S. destroyer Helm fires at Japanese submarine trying to enter harbor.

U.S.S. Helm

Por meio das chamas e da fumaça, o destroyer Helm acelera para o mar aberto. Como o Helm deixa o canal, um vigia

Japanese Midget Submarine

descobre um sub japonês roubado em um recife.O Helm “virou à direita em direção ao submarino inimigo”, atira— e erra.

Os dois “sub-pessoa” se liberta e submerge. Mas “snags” novamente. Tentando escapar do “sub naufrágio”, um tripulante se afoga. O outro é lavado em terra e torna-se o primeiro prisioneiro de guerra do EUA, da segunda guerra mundial.

0839 hours – U.S.S. Monaghan – Destroyer attacks submarine in Harbor. Japanese midget submarine sunk in harbor.

Como o destroyer Monaghan tenta “sair do maldita Harbor o mais rápido possível”, disse uma vizinha sinais de navio dos EUA que tem avistado um submarino. As cabeças de Monaghan para o sub em alta velocidade,

U.S.S. Monaghan

acerta-o com tiros , em seguida, “rams” e cai cargas de profundidade. As cargas são tão próximas que,

Japanese Midget Submariners

quando explodem, as explosões elevam o Monaghan da água, mas não causa danos ao mesmo.
O “skining midget submarine” conseguiu disparar um torpedo. Mas ele não bateu em nada.

0850 hours – U.S.S. Nevada – Badly damaged, Nevada makes dash to sea. Hard-hit battleship Nevada tries to get out of harbor.

O Nevada obtém vapor em 45 minutos e, com armas antiaéreas em chamas, se dirige para o mar aberto. Um marinheiro vê a sua bandeira dos EUA voando na fumaça e acha que as palavras de “The Star-Spangled Banner”. Aviões japoneses da segunda onda bombardeia ela , esperando que, afundando-a no estreito canal vai engarrafar a frota.

U.S.S. Nevada

Ao invés de arriscar que, “she deliberately grounds herself off Hospital Point.”

0854 hours – Japanese Seconds Wave – New wave reaches Oahu. Seconds wave of Japanese planes reaches Pearl Harbor.

A segunda onda -35 caças, 78 bombardeiros de mergulho e 54 bombardeiros de alta altitude “bombers-meets heavy antiaircraft fire”. Bombardeiros de ataque do jardim da Marinha “dry dock” e bate o navio de batalha na Pensilvania. Outra bomba atinge tanques de óleo entre os destroyers Cassin e Downes. Munições a bordo explodem , e o Cassin “rolls

Japanese Attack Planes

off her blocks and into the” Downes.

Bombas atingiram o Light Cruiser Raleigh, que tinha sido torpedeado na primeira onda. Tripulantes “jettison gear to keep her from capsizing”.

AntiAircraft Flack

0930 hours – U.S.S. Shaw – Bomb blows up destroyer. U.S. destroyer Shaw explodes.

Uma bomba explode perto da proa do destroyer Shaw; peças do navio chovem  até a metade de uma milha (0,8 km) de distância. Uma foto espetacular da explosão se torna uma das melhores imagens conhecidas de 07 de dezembro de 1941. Trabalhadores de reparação estão no trabalho imediatamente. O Shaw eventualmente recebe um novo arco e está de volta em ação em Julho de 1942.

Exceto para o Arizona, Utah, e Oklahoma, cada navio afundado ou danificado em 7 de dezembro sairá novamente.U.S.S. Shaw Explodes / U.S.S. Shaw Explodes / U.S.S. Shaw Wreckage

 

1000 hours – Returning Japanese Planes – Attack force flies back to carriers. Japanese planes haed back to their carriers.

Japanese Attack Planes Returning/ Japanese Aircraft Carrier/ Japanese Aircraft Carrier/ Adm. Chuichi Nagumo, Japanese Navy

Lutadores japoneses não têm “homing devices or radar”. Eles “rendezvous” com bombardeiros fora de Oahu e os seguem de volta para os “carries”.

Dos 29 aviões japoneses perdidos, “antiaircraft guns probably shot down 15”

“Exultant Japanese pilots urge a third strike”. Se os tanques de gasolina em Pearl Harbor são atingidos, a frota do Pacífico estará fora de ação por semanas. Mas os superiores, afirmam que o ataque foi bem sucedido, descartam uma terceira greve. Uma razão: o paradeiro do “carries”  dos EUA ainda é desconhecido.

1030 hours – Navy Hospital – Casualties Mount, filling hospitals. Wounded fill hospitals.

Dos navios e “airfields” veêm os feridos, alguns horrivelmente queimados, outros crivado por balas e estilhaços. Em alguns hospitais as vítimas são dispostas em gramados.

Wounded Sailor/Wounded Soldiers/Wounded Civilian/Civilians Among Antiaircraft/Burning School/Damaged Naval Hospital Grounds/Downed Japanese Plane/Downed Japanese Plane At Naval Hosital.

Médicos convertem quartéis, alojamentos, refeitórios e escolas  em hospitais temporários.

Para muitos homens gravemente feridos e moribundos,tudo o que os enfermeiros podem faze, é dar morfina. Em seguida, colocaram um ‘M’ de  batom em suas testas para indicar o medicamento para a dor. Caminhões viram ambulâncias e carros funerários. O número de mortos chega a 2.390 eventualmente.

1300 hours – Japanese Strike Force – Ships head for home.JaA7ão dos EUA.  Ele ordena que o seu operador de telégrafo para tocar para fora, para, para: o ataque.

Em seguida, outras torneiras: a ra, a ra, ra a: ataque, a surpresa alcançados (as?).

Embora não significava ter um duplo significado, a RA é lido por alguns pilotos japoneses como o “tigre tora”. E de acordo com um japonês, dizendo: “Um tigre sai 1000 ri (2000 milhas / 3.218 km) e retorna sem falhas.”

View From Japanese Attack Plane

0755 hours – Japanese planes strike:

● U.S.S. California

Japanese Planes Strike

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